29/05/2012 @ 09:40
Podia ser só amizade, paixão, carinho, admiração, respeito, ternura, tesão. Com tantos sentimentos arrumados cuidadosamente na prateleira de cima, tinha de ser justo amor, meu Deus? —

Caio Fernando de Abreu 

(via oescritor)

28/05/2012 @ 12:44

Sou só eu que converso comigo mesmo em pensamento?

28/05/2012 @ 12:39
Gosto de amores clichês. Com:
Abraços
Sorrisos
Bilhetes
e um “Eu te amo” ao pé do ouvido. — Prefira o clichê, Carla Carvalho  (via desperte-se)
28/05/2012 @ 12:27
Não tem filosofia, psicologia, neurolinguística, semântica, ciência, arte ou o que seja que consiga explicar essas coisas de amor. Essas coisas de amor. Porque amor a gente sente, não explica. Porque se dá pra explicar, então não é amor. — Cato Alberico Ribeiro
(via silenciar)
27/05/2012 @ 12:24
Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram. — Machado de Assis   (via silenciar)
26/05/2012 @ 10:08
Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei. — Caio Fernando Abreu  (via desprezados)
26/05/2012 @ 01:42
26/05/2012 @ 01:38
Você acredita no depois?
Prefiro o agora. — Pitty.  (via viagem-ao-tudo)
26/05/2012 @ 12:17
Às vezes me lembro dele. Sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou. Nunca mais o vi, depois que foi embora. Nunca nos escrevemos. Não havia mesmo o que dizer. Ou havia? Ah, como não sei responder as minhas próprias perguntas! É possível que, no fundo, sempre restem algumas coisas para serem ditas. É possível também que o afastamento total só aconteça quando não mais restam essas coisas e a gente continua a buscar, a investigar — e principalmente a fingir. Fingir que encontra. Acho que, se tornasse a vê-lo, custaria a reconhecê-lo. — Caio Fernando Abreu   (via outros-devaneios)
26/05/2012 @ 12:12
26/05/2012 @ 12:06
Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta… — Caio Fernando Abreu (via brbis)
26/05/2012 @ 12:00
O que significa amar verdadeiramente uma pessoa?
Houve um tempo em que eu achava saber a resposta: significa que eu iria pensar nela mais do que em mim mesmo, e passaríamos o resto de nossas vidas juntos. Não seria difícil. Ela me disse certa vez que a chave para a felicidade é ter sonhos realizáveis, e os dela não eram nada fora do comum. Casamento, família… o básico. Isso significa que eu teria um emprego etável, uma casa com cerca branca e uma minivan ou SUV grande o suficiente para levar nossos filhos à escola, ao dentista, ao treino de futebol ou recitais de piano. Dois ou três filhos - ela nunca foi clara, mas meu palpite é que quando chegasse a hora, ela deixaria a natureza seguir seu curso e Deus tomar a decisão. Ela era assim - religiosa, quero dizer - e suponho que esse tenha sido um dos motivos pelos quais me apaixoneipor ela. Independentemente do que acontecesse em nossas vidas, eu me imaginava ao fim do dia deitado na cama ao lado dela, nós dois abraçados enquanto conversávamos e ríamos, perdidos nos braços um do outro. — Querido John (via trecho-de-livros)
25/05/2012 @ 09:45
Você não pode viver a sua vida para os outros. Você tem que fazer o que for certo para você. — Noah - Diário de Uma Paixão. (via hewasapunk)
25/05/2012 @ 09:43
Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim. — Clarissa Corrêa. (via segredosdeumpoeta)
25/05/2012 @ 06:02

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